Solteiras

Casada experimentando sexo lesbico com sua amiga

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Numa sexta-feira à tarde essa minha amiga me ligou dizendo que estava indo pra praia com os pais e o namorado, e me convidou pra ir junto, passar o fim de semana na casa dela. Éramos só eu, ela, o namorado e os pais dela, aproveitando um fim de semana no litoral. O passatempo foi um jogo de baralho regado à vinho, onde todo mundo participou, e que durou até a madrugada. A minha amiga, tem 26 anos e é apaixonada pelo namorado. Ela nem imagina. Um boa noite geral e todo mundo foi pro seu quarto. Cheguei no quarto bem tontinha, e comecei a trocar de roupa pra ir dormir. Ela entrou e começou a arrumar o cobertor na cama. Quando ela se inclinou um pouco para frente, fincando o cobertor na cama, a camisola curtíssima levantou um pouco e eu pude ver que ela usava uma calcinha mais curta ainda, bem enfiada, deixando à mostra uma bunda perfeita, bem torneada.

Ele sorriu e emendou: — A filha da puta é gostosa mesmo… Aproveitando a deixa soltei: — E na cama manda bem? Ele meio que pego de surpresa se viu forçoso a responder e soltou: — Rapaz tenho que suar a camisa, essa gosta mais que lasanha! Quando dei por mim ela apertava minha caudilho em suas pernas, que quase fiquei sem fôlego, gozou como louca com minha cabeça no meio de suas coxas e minha boca encaixada em sua boceta, eu curtindo cada gosta do melzinho dela suguei tudinho! Dei mais umas estocadas com muita fortaleza e ejaculei fartamente dentro da bocetinha da mulher de meu amigo Julio, despejei esperma dentro dela enquanto o corno permanecia dentro do baile, gozei muito, gozamos feitos loucos, ficamos beijando mais um pouco. A sem vergonha lambia minhas bolas enquanto punhetava o mastro e depois alternava massageando as bolas fazendo carinho nelas enquanto enterrava o cacete inteiro em sua bocal fazendo a cabeça entrar garganta dentro, uma chupeteira de primeira! Sem aguentar mais segurei-a pelos cabelos e urrei gozando dentro da boca daquela casadinha safada: — Uhhhhhhhhhhhh chupa sua puta, chupa e engole a porra do seu macho vai, chupa e engole tudinho pra depois voltar e declarar beijo na boca do corno com bafo de rola sua vagabunda! Christiane tentava se desvencilhar e as esguichadas de esperma desciam garganta adentro enquanto seu nariz cafungava os pelos aparados de meu pau, eu fazia ele sentir nas narinas meu cheiro enquanto sua boca saboreava meu pau, mesmo que o gozo se foi e a putinha começou a lamber para deixar meu pau limpinho. Eu conclui: — Com certeza, daqui por diante você é minha prostituta particular! Nos recompusemos e voltamos a festa quanto se nada tivesse acontecido.

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Meu maior fetiche sempre foi comer duas mulheres ao mesmo tempo, mas nem toda esposa ou namorada é liberal com isso. Depois de umas duas horas eu acordei e com aquela curiosidade de homem, resolvi me fingir no corredor para ouvir o que as duas tanto conversavam. Me deparei com elas falando de um cariz do trabalho da amiga de minha mulher, que ele era um gato e tal, mas que tinha uma pegada péssima e ela ficou decepcionada. Minha mulher disse que me emprestaria sim, mas ela teria que existir junto. Depois de um dia de trabalho bastante cheio, fui para domicílio, antes comprei um presente especial pra minha mulherzinha. Enquanto tomava banho fiquei ali pensando em todas as posições que eu queria comer ela. Minha mulher deitada na cama com a amiga sexy Eu confesso que tomei um susto da porra quando abri a porta e vi a minha mulher com uma lingerie bem sensual, deitada ao lado da amiga, que tava com uma igualmente sexy. Fiquei olhando as duas com cara de besta, até que minha esposa me tirou do transe em que eu estava e perguntou: -Vai ficar parado?

Sempre ao término de meu contos deixo meu e-mail para casais e mulheres que queiram sexo casual e uma boa amizade. Certo dia recebi um e-mail de Paulinha assim vou chama-la, casada, a 5 anos. Paulinha se descrevia em seu e-mail como loira, 1,60m 63 kg e dona de uma bunda linda, onde veio uma foto em anexo. Conversamos algum tempo, até marcarmos de nos conhecer. No determinado dia, Paulinha apareceu acompanhada de uma amiga, com medoé compreensível da parte dela. Foi quando Paulinha disse que Dayane sabia de nossa história e era casada também, assim, mesma quis me conhecer também.

Sou uma mulher casada a 12 anos com um homem maravilhoso, no que se diz respeito a sexo e responsabilidade com a família. Meu marido é gerente de Supermercado. Nossa idade é 32 eu e 36 ele. Sempre fomos muito ligados em sexo, por isso nossa vida entre quatro paredes é assim, digamos, cheia de surprezas. Adoramos assistir filmes pornôs no nosso quarto, enquanto transamos.

Tenho 35 anos hoje, sou inteiraça, olhos verdes, cabelos loiros, 1,68 de distinção e 60 quilos bem distribuídos entre seios, coxas e bunda. Uma delas me contou que saia com um casal que conheceu nesses sites e que transava com o marido e a esposa. Ela disse que idade bem careta mas com o tempo foi se soltando e curtindo. A gente vivia conversando putaria no trabalho e cada coisa que eu ouvia, me dava vontade de fazer, mas um dia, minha amiga contou sobre uma casa de swing que tem aqui na cidade. Bom, a realidade é que fiquei muito tempo pensando nisso, pesquisei sobre o clube de swing e no site vi mesmo algumas fotos, com o povo mascarado e tudo, fazendo muito sexo. Minha primeira experiência na casa de swing Disse a ela que olhei o site e ia querer ir único pra conhecer.

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